Liked It1 of 2 members found this review helpful“WAKE UP AND DO NOTHING! |
Didn’t Like It1 of 2 members found this review helpful“What's the fuss bout?” see full review » see other reviews » |
“Reading about watching paint dry would be more enjoyable. I don't know how this author was ever considered for the Noble prize ... wait, Algore and Obama got one each. Never mind .....”
Master Of Pointillism wrote this review 3 weeks ago. ( reply | permalink ) Was this review helpful? Yes | No“Você pode até entrar na bolha cor de rosa, mas nada te impedirá de entrar na idade da razão. E por que não definir que o romance é uma grande pessoa cabeçuda e inevitável. Um grande espelho me refletindo em todos os capítulos. Nas ânsias, ideais, mas principalmente nos personagens hora fudidos e indelicados, hora cheios de amores inquestionáveis. Eu não poderia tomar partido, pois eu sou inteiramente esse partido, em cada um.
Eu poderia criticar Ivich e sua beleza feia e mentirosa, seus dedos ossudos... Mas ah! eu também me escondo, tenho pressa e não sei fazer ninguém feliz. "Tenho horror a que me toquem", mas no fundo não tem não. "Ivich nunca fala o que pensa". É bem verdade. Eu penso mais rápido do que falo. As palavras sempre saem atrasadas ao meu pensar. Fato.
Eu quero amar como Lola, mas não gosto de perder a cabeça, como Boris. Eu gostaria imensamente de odiar Marcelle e sua carne flácida, mas eu também me escondi no quarto cor de rosa.
Mas é Daniel que me agonia. Por que eu sou inteiramente sua arrogância, a confusão insólida, a histeria calada, a vergonha e o amor pelas falsas situações. Ah! Quem entenderia que não tem nada a ver com quem se é? Quem entenderia que eu gostaria de sentir nojo disso tudo. Desses atos tão ridiculamente apaixonados? Dessas formorsuras nojentinhas, dessas desgraças inativas. Quem entenderia que eu me divirto com isso tudo, mas que a verdade é bem mais devastadora. Além disso, eu também devo ser o pesadelo de alguém, esperando que ela acorde.
Eu sei que não é apenas isso...
Eu sinto inveja de Brunet. Tanto que eu gostaria de também ter "a vida lenta, silenciosa e murmurante de uma multidão", de ter a calma do mar a um tempo entorpecente e exasperante. Ah! Eu amo Brunet, invejo seu ideal que o motiva, que o faz ter essa beleza que deixa tudo real. Eu gostaria imensamente de ser real. Principalmente por alguém como Mathieu.
Ah! Mas Mathieu é escancaradamente a minha forma mais escrachada. Eu sou unicamente aquela aposta também. "Aquele que quer ser livre, ser a causa de si próprio, poder dizer: sou porque quero ser o próprio começo.". Também sou liquidada, não estendo a mão para pegar meus ideais e Sartre não poderia me dar um soco maior ou mais certeiro ao me definir num personagem que acaba de perder o sentido da realidade.
Então ele me faz a pergunta através daquele personagem que eu venerei: Ou imaginas que poderás viver a vida inteira entre parêntesis?
Eu não soube responder.
Eu falhei.
Agora estás horrível e triunfante a me encarar através de suas palavras febris. Se divertindo às custas de minha loucura, me vendo delirar diante das suas verdades. Querendo devorar-te cada vez mais...
"Uma vida é feita com futuro como os corpos são feitos de vácuo"
"Com a vida que levo, resta-me a esperança de ficar gagá o mais cedo possível."”
“Perfection”
richard n wrote this review Friday, June 26 2009. ( reply | permalink ) Was this review helpful? Yes | No“What's the fuss bout?”
Drew P wrote this review Tuesday, April 14 2009. ( reply | view 1 replies | permalink ) Was this review helpful? Yes | No“OK, I read this years ago. But actually I have read it twice. I remember it, both times as being quite engaging. It tells you a lot about Paris prior to Germany's invasion, and during the Spanish Civil War. Also it is full of details about young Parisian cafe life and lounging, and does a fine job of describing the lives of poor, young, non-working, idealistic (and/or) naive French students. the book os the first part (and best part) of a trilogy, but Absolutely stands on it's own. Joe Bob says check it out...(from the library) Ed Olmstead”
Edward O wrote this review Thursday, May 1 2008. ( reply | view 1 replies | permalink ) Was this review helpful? Yes | No“Jean Paul Sartre is simply a man you need to know. He will not only open your mind, he will split it in two. The absurdity if the human condition is one of the most fascinating philosophies to immerse yourself in.
Think, Kafka, on acid. ”
“WAKE UP AND DO NOTHING!
a book i hate to love to hate. did this book cause my depression or did my depression cause me to read this book? a paradox if there ever was one.”
“Sartre's Les chemins du la liberte (Roads to Freedom) is perhaps the greatest war-trilogy. It is also an accessible introduction to existential philosophy. It was one of my first books (actually the second volume, le sursis). It makes a strong impression. It is an unforgettable novel. This novel also expresses one of Sartre's queer notions that homoeroticism is a choice (and physio-psuchological factors have nothing to do with it). The problems he discusses are relevant even now, when there is no war. It is a great read. Highly recommended, ”
Hari K wrote this review Friday, November 2 2007. ( reply | view 1 replies | permalink ) Was this review helpful? Yes | No“I feel the main idea in this book is : How does a person know whether he is really true to himself... similar to the honest lawyer example in catcher in rye...
here mathieu(sartre at 34) questions how a waiter tries to behave as a waiter... the one thing that pains me is whether relationships are really so complicated.”
“http://lovelysalomearts.blogspot.com/2006/03/age-of-reason-1945.html”
CarrieLofty wrote this review Monday, July 23 2007. ( reply | permalink ) Was this review helpful? Yes | No