Jean-Paul Sartre's famous autobiography of his first ten years has been widely compared to Rousseau's Confessions. Written when he was fifty-nine years old, The Words is a masterpiece of self-analysis. Sartre the philosopher, novelist and playwright brings to his own childhood the same rigor... read more
“I write and will keep writing books; they're needed; all the same, they do serve some purpose. Culture doesn't save anything or anyone; it doesn't justify. But it's a product of man: he projects himself into it, he recognizes himself in it: that critical mirror alone offers him his image.”Jean-Paul Sartre
“«se eu abria os olhos todas as manhãs, se, correndo à janela, via passar na rua senhores e senhoras ainda vivos, é que, do crepúsculo ao alvorecer, um trabalhador lutara, fechado em casa, para escrever uma página imortal que nos valia esse adiamento de um dia.»<...>«A considerá-lo do alto do túmulo, o meu nascimento tornou-se um mal necessário, uma encarnação inteiramente provisória que preparava a minha transfiguração; para renascer, era preciso escrever, para escrever era preciso um cérebro, olhos, braços; concluído o trabalho, esses órgãos reabsorver-se-iam por si: à volta de 1955, uma larva rebentaria, e dela escapariam vinte e cinco borboletas in-folio, batendo todas as suas folhas para ir pousar na prateleira da Biblioteca Nacional. As borboletas não seriam outras senão eu. Eu: vinte e cinco tomos, dezoito mil páginas de texto, trezentas gravuras, entre as quais o retrato do autor.»”
“Among themselves, children hate childishness.”
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